segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Dormir

Dormir não é uma escolha, mas uma necessidade fisiológica, como comer e beber água. Dormir as horas necessárias e suficientes é o que, com disciplina, todos devemos realizar, ainda que a mente insista em dizer não. Tudo isso é óbvio, mas, na atualidade em que estamos, o óbvio é esquecido. Assim, aqui comento sobre o assunto. Durmamos! Durmamos bem!

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Contentamento

Um piano, as mãos que o tocam, a alma sensível, o ar que, devagar, se enche de harmonia e beleza. Às vezes, basta pouco, muito pouco, para que tudo se arrume dentro de nós, a guerra interna cesse e o contentamento venha à nossa face. Assim como a (boa) música, um passeio, uma soneca, uma conversa, enfim, tudo o nos que liga ao que saudável. Desde que o bem exista, devemos buscá-lo. Ou construí-lo.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Nós, Os Brasileiros

Somos brasileiros, mas o que é ser isto? Possivelmente, temos disto uma visão mal construída. E temos, assim, uma imagem negativa, exceto pelo que, em geral, é em nós brejeiro. Somos novos no mundo, temos chance, mas precisamos avançar para o melhor que podemos ser, e isso é agora.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Samba-Enredo

Não gosto de carnaval, não participo, mas gosto de algumas coisas, como escola de samba e samba-enredo. Samba-enredo é radical, forte, contagiante. Também gosto daquelas marchinhas antigas, coisas do tempo da minha avó Ambrosina, saudosa avó.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O Mundo Cresceu

O mundo cresceu. Porque existe o que hoje chamamos de conectividade, uma atividade frenética de informações que nos mostram até o que não gostaríamos de ver. E nós diminuímos, pois que nos fragilizados diante da impossibilidade de formar um quadro com tudo o que nos chega. É uma fase de aprendizado que não tem prazo para chegar ao fim. Precisamos ser resistentes e sábios, precisamos sobreviver.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Morador de Rua

Ninguém, de fato, mora na rua. Morar, no sentido pleno, não. Todavia, mudar o termo para "pessoa em situação de rua" parece mais obedecer a uma burocracia sentimental tola, já que a situação, que é MORAR NA RUA, continua. Eu fico com o primeiro termo.

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